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Fragrâncias

Perfumes, Práticas e Discursos

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UMA FRAGRÂNCIA "COUTURE"

 

  

 

 

Dahlia Noir é um verdadeiro presente da Maison Givenchy para todas as mulheres que apreciam a qualidade, o exclusivo, o requinte, a sofisticação, o luxo... a diferença.

Para mulheres que seduzem e gostam de ser seduzidas.

 

Anuncia, também,  uma nova era na Givenchy Parfums que, em 1957, fez história ao criar  L'Interdit, um exclusivo inicial de Audrey Helpburn , grande amiga e inspiradora de Hubert de Givenchy.

Tratava-se de uma fragrância "haute couture", única, como única era a Mulher a quem foi dedicada.

 

Dahlia Noir - colocado hoje à venda em Portugal -, evoca uma sensualidade subtil, o enigma da feminilidade, a sua personalidade sempre única.

O aroma está de acordo com as peças de Haute Couture criadas por Riccardo Tisci, Director Artistico Givenchy, apelativas do sonho, fantasia, muitas vezes revisitando temas mitológicos ou cinematográficos. 

 

 

Uma flor sem aroma

 

O perfumista François Demachy é o responsável pela formulação de Dahlia Noir, por dar vida olfactiva a uma flor sem aroma...

Para isso, mergulhou no imaginário de Riccardo Tisci, bem como na sua história de família.

As notas empoadas, presentes na fragrância, remetem para uma doçura maternal, uma visão tradicional do mundo feminino, da sua generosidade e sentido de protecção... 

 

Dahlia Noir é um "floral chypré" que reune na sua pirâmide olfactiva notas aromáticas de grande carga simbólica -  rosa, iris, acacia, sandalo, patchouli...

Quem sabe, por isso, Dahlia Noir procura tornar cada mulher num ser único...

"Recriar" a "deusa que existe em cada uma de nós", como dizem algumas correntes orientais.

 

Mensagem publicitária

 

Dirigido por Fabien Baron, o filme de Dahlia Noir surge como um convite a vivenciar um momento poético, a assistir a um ritual pagão que celebra a invocação de uma qualquer profecia...

 

Como um um personagem vindo de um "outro mundo", como uma deusa de um tempo mítico, Mariacarla Boscono, transoõe as portas de um "templo" por entre as transparências de um chiffon preto esvoaçante.

O corpo, andrógeno, veste-se de tiras de couro e seda.

Segue-se um ritual mágico... e o regresso ao "templo"... um longo vestido preto acaricia-lhe o corpo.